Você sabia que a indústria da moda é a segunda que mais polui no mundo?! Para a produção de uma peça de roupa, os impactos ambientais são muito maiores do que se pode imaginar. Por exemplo, para criar um quilo de algodão são gastos 30.000 litros de água e para criar uma camisa de algodão são mais 2.700 litros! Aquele jeans que amamos, que vai com tudo é uma das peças mais poluentes do vestuário, utilizando de grandes quantidades de água, energia e corantes químicos com alto risco à saúde e ao meio ambiente. Além disso, temos a emissão de carbono na produção e a cada lavagem. O poliéster, fibra sintética a base de plástico, além de ser poluente desde sua produção, leva quase 200 anos para se decompor e seu descarte incorreto pode causar impactos ambientais absurdos. Tudo isso polui mares, rios, lagos, o ar e, isso sem contar na morte dos animais, desmatamento, etc. A conscientização para o consumo é necessária para que nosso planeta não seja cada vez mais prejudicado e para a saúde da sociedade, que fica prejudicada com tantos impactos ambientais, mudanças climáticas repentinas, desmatamento, etc. Se conscientizar para a forma como consumimos é fazer bem para nós mesmos, pararmos de criar necessidade de sempre ter mais e consumir mais sem necessidade, apenas por desejo impulsivo. Consumir consciente não significa não consumir, significa consumir menos, peças de qualidade e versáteis, que casem com seu guarda roupas e que faça você se sentir livre para ser você mesmo, descobrir seu estilo e depois modificar suas peças, utilizando de técnicas de customização, upcycling ou até passando pra frente, doando, ou vendendo para um brechó onde outra pessoa irá consumir sem causar novos impactos. Esse ciclo para o consumo consciente garante que cada um faça sua parte para um mundo melhor!
Essa história de apocalipse e fim do mundo pegando fogo, etc. Não ta com nada. O que é real é que o fim do mundo está prestes a ser causado por nós mesmos, seres humanos. Ontem 19/07/2019 o ser humano esgotou todos os recursos naturais do planeta para o ano todo, e essa data se adiantou neste ano. O planeta tem um limite de recursos para ser utilizado, recursos que são capazes de se regenerar com o tempo e mantermos um ciclo saudável, porém estamos consumindo muito mais do que a terra é capaz de regenerar. De acordo com a especialista Renata Camargo do WWF – Brasil explica que a antecipação dessa data é reflexo, entre outras coisas, do aumento desenfreado do consumo e da pegada do carbono. Estamos aumentando a emissão de combustíveis fósseis e isso está causando uma sobrecarga enorme no planeta Terra! 60% do impacto ambiental se dá pela emissão de carbono do ser humano, e isso está encurtando o tempo de vida da Terra. Reflexo disso são as consequências na natureza com chuvas excessivas, entre outros desequilíbrios naturais, além da escassez de alimentos que não paramos para prestar atenção. Estudos indicam que seguindo esse modo de consumo, em 2030 precisaríamos de 2 planetas para dar conta das catástrofes que o ser humano causa ecologicamente. É preocupante, não é?! Nunca é tarde para começar a pensar e fazer sua parte para mudar o mundo, pense sobre sua forma de consumo e o que você pode fazer para continuar consumindo sem causar tantos impactos ambientais! A indústria da moda, por exemplo, é a segunda indústria que mais causa impactos ambientais, utilizando recursos que chocam qualquer um. Consumir de forma consciente essa indústria já reduz muitos impactos ambientais. Compre de marcas que sejam autorais e trabalham com conceitos sustentáveis. Existem marcas que fazem sua produção apenas sob a venda do produto, assim reduzindo os impactos de uma produção em grande escala. Consumir peças garimpadas, reutilizadas ou fazer uso de técnicas como upcycling podem mudar o mundo! Que tal começar a pensar e consumir de forma consciente, pois infelizmente, não temos uma Terra a mais disponível para explorar!
    Inspirada no slow fashion, movimento alternativo à produção em massa, a Slow+ foi criada com o propósito de expandir a conscientização sobre uma moda mais justa e sustentável, porém não conseguiríamos isso sozinhos.   Existem muitos ateliês e pessoas que têm suas marcas autorais e compartilham dos nossos ideais. Então pensamos: Por que não nos unimos e promovemos o slow fashion no Brasil juntos?   Com tudo pronto para começar, o nome estava para ser decidido, e dentre todas as opções e ideias surgiu o nome da marca: Slow+.  Slow vem do movimento slow fashion que deu base para criação da marca e Plus (ou +) tem o sentido de promover o movimento e divulgar suas marcas no Brasil.   É importante que as pessoas saibam de onde vêm suas roupas, quem fez as peças, etc. Para nós, cada processo na produção importa, pois cada um deixa seus impactos de alguma forma, seja em resíduos da produção, com mão de obra escravizada ou até descarte incorreto do material por possuir qualidade inferior.    Outro ponto importante é a importância de cada um conhecer a si mesmo e seu estilo, possuindo peças exclusivas e de qualidade.   Em nosso site você encontra peças autorais super exclusivas e de excelente qualidade, tendo uma vida útil muito maior que as produzidas em massa por grandes marcas!    Além disso, nossos parceiros ajustam sua produção de acordo com a demanda, minimizando os resíduos durante a produção de cada peça.   Ao comprar no nosso portal você estará conectando-se com pessoas e propósitos incríveis!   Acesse nosso site, conheça seu estilo, seja livre!   www.slow-plus.com
O estilo de consumo que seguimos hoje, é conhecido como fast fashion ou ‘moda rápida’, ou seja, produção em massa, ditadura de tendências passageiras e globalização de suas peças.   No fast fashion os consumidores são analisados conforme seu desejo e consumo por peças de marcas renomadas, criando em grande quantidade peças parecidas de qualidade inferior, o que garante o seu consumo. Esse tipo de moda globalizada permite que os produtos circulem pelas mais variadas lojas do mundo, barateando o custo de produção e deixando de lado a particularidade local.     As peças são distribuídas e fragmentadas entre os países para transmitir sensação de particularidade, sendo assim, poucas peças de uma mesma marca chegam na mesma loja. Essa fragmentação serve para evitar a sobra de peças e, caso sobrem, são feitas as famosas liquidações para acabar com os produtos e se mesmo assim ainda sobrarem peças, as mesmas são repassadas para outro hemisfério onde a estação esteja para começar entrando como novidade. Todo esse ciclo dura no máximo 6 meses.   As consequências da fast fashion são graves para o meio ambiente, visto que uma peça que é usada poucas vezes emite 400% mais carbono. Mas infelizmente, na produção de fibras têxteis é preciso desmatar, fazer uso de fertilizantes e agrotóxicos, extrair petróleo, etc. Outros dois grandes problemas são o descarte incorreto de peças que tem em sua maioria plástico (poliéster) que pode levar até 200 anos para se decompor e o uso de mão de obra escravizada ou em situações precárias de trabalho, a fim de baratear o custo na produção.   O slow fashion ou ‘moda lenta’ é uma alternativa sustentável à essa moda globalizada, priorizando produção em média ou baixa escala, de pequenas marcas locais, culturas, estilo, diversidade, etc.   No slow fashion a moda funciona como algo atemporal e suas peças são produzidas com qualidade, honestidade, transparência e comercializadas com preço justo. Esse estilo de consumo nos permite conhecer a nós mesmos, nosso estilo e consumir de forma consciente algo que seja ‘nossa cara’.   Dificilmente peças de slow fashion são comercializadas em grandes lojas, e seu movimento ainda não é muito visto pela sociedade consumidora acostumada a um estilo fast fashion. Suas peças possuem qualidade superior e maior vida útil, sendo desnecessário seu descarte, visto que o movimento apoia técnicas de reuso como garimpo, upcycling, etc.   Sustentabilidade está sendo cada vez mais uma tendência para o mundo da moda (que entra como a segunda indústria mais poluente do mundo) e seus consumidores cada vez mais exigentes.   As vantagens de aderir ao slow fashion são muitas, que vão desde o consumo consciente, sustentabilidade e colaboração com o meio-ambiente até uma   forma de consumo onde você pode ser livre para ter seu estilo, possuir peças de qualidade, ser único, etc.   Porque aderir ao slow fashion?    Conhecer novas pessoas, entrando em contato com a realidade da produção e das marcas, criando uma relação;  Entender o que é realmente necessário para o guarda-roupa perfeito, prezando pela qualidade de vida, distinção e exclusividade;    Fazer parte de um mercado em crescimento, já que as marcas produzem em baixa ou média escala, é possível acompanhar seu crescimento de perto;    Preservar o meio-ambiente consumindo de forma consciente, priorizando qualidade e agregando valor em técnicas como upcycling, handmade, atemporal, etc.   O portal Slow+ surgiu a partir das ideias pregadas no movimento slow fashion, sendo uma vitrine virtual onde as marcas possam divulgar e vender suas peças aos consumidores.   Nosso objetivo é promover o movimento e divulgar suas marcas no Brasil, proporcionando aos consumidores peças únicas, atemporais e liberdade de ter seu próprio estilo.   Escrito por Geanluca Baptistine
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